MARCOS MEDEIROS, CODINOME VAMPIRO
segunda-feira, 3 de junho de 2019
quarta-feira, 9 de maio de 2018
FILME SOBRE LÍDER ESTUDANTIL DE 1968 TEM LANÇAMENTO NO RIO
Marcos Antônio Costa de Medeiros, ou simplesmente Marcos Medeiros, ou mais ainda Protuário 4019 do DOPS - Codinome Vampiro, é um dos personagens esquecidos de 1968.
Marcos Medeiros, codinome Vampiro, é um olhar sobre o Brasil através da trajetória do personagem Marcos Medeiros, estudante de sociologia nos anos 60, líder universitário, exilado político e cineasta underground, homem audacioso e de vanguarda, personagem hoje esquecido da história.
Não se trata aqui de um documentário formal sobre um homem fora do comum, mas reencontrar idéias libertárias e utópicas e um personagem extremamente ligado à sua época.
Dandy da Geração Paissandú, líder estudantil, exilado político, cineasta udigrudi, desbundado, ou tudo isso ao mesmo tempo?
Marcos Antonio da Costa de Medeiros aparece hoje em dia em várias das fotos publicadas sobre o ano de 1968. Entretanto seu nome quase nunca é citado. Nem no rodapé da foto, nem no artigo que a acompanha.
Marcos Medeiros foi dos cinco principais líderes estudantis do Rio de Janeiro em 1968, junto com Vladimir Palmeira e Franklin Martins.
Marcos é de um dos personagens esquecidos de 1968. No exílio passou dificuldades, mas fez suas próprias escolhas. Ao invés de ficar conspirando e fazendo política com seus amigos exilados Vladimir, Dirceu, e os antigos colegas do PCBR, preferiu ousar e experimentar cinema com Chris Marker e Godard, Carlos Saura, etc...
Faz um longa com Glauber em Cuba no início dos anos 70, e na Itália vai trabalhar com Rosselini na produção de documentários para TV...
De volta ao Brasil com a Anistia, Marcos inicia uma produção de vídeo independente, mas não encontra espaço para suas idéias e acaba morrendo de depressão em 97.
Através de arquivos, documentos e entrevistas com personagens do seu tempo, o documentário busca uma contextualização histórica, necessária no momento em que se fala sobre os 50 anos do golpe de estado que originou o período mais duro da história nacional, a ditadura militar que vigorou entre 1964 e o início dos anos 80.
Em contraponto a esse discurso histórico, o filme integra as cartas e diários pessoais de Marcos, assim como trechos de seus filmes e arquivos inéditos.
Com trilha sonora original de Victor Biglione o documentário procura com narrativas paralelas construir um retrato do personagem e de seu tempo.
(Vicente Duque Estrada)
(Vicente Duque Estrada)
segunda-feira, 7 de maio de 2018
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
MARCOS MEDEIROS, CODINOME VAMPIRO (2018, 84min)
Cine-biografia do líder estudantil em 1968, Marcos Medeiros. Documentário acompanha sua trajetória do exílio na França e Cuba, onde filmou com Glauber o longa História do Brasil, e sua adesão à contracultura quando a militância política se torna expressão audiovisual de intervenção na realidade social.
ficha técnica:
Pesquisa, roteiro, direção e fotografia: Vicente Duque Estrada
Colaboração no roteiro: João Carlos Rodrigues
Roteiro e Edição: Leonardo Duarte
Trilha sonora original: Victor Biglione
Vozes-Locução:
Ricardo Schnetzer(Marcos Medeiros)
Hamilton Rocha (Polícia política)
Desenho sonoro: Vicente Duque Estrada
Edição e mixagem de áudio: Ricardo Mansur
Produção executiva: Cavi Borges
Direção de produção: Clara Fornaciari
Color grading: Elieser Jairo
Finalização: Central da Cor
Produtores associados: Vicente Duque Estrada e Cavídeo produções
Coprodução: CANAL BRASIL
Com entrevistas de:
Alberto Flacksman,
Cleber Cruz,
Elinor Brito,
Fernando Gabeira,
Franklin Martins,
Heloisa Buarque de Hollanda,
Ivana Bentes,
Jean Marc Van Der Waid,
João Carlos Rodrigues,
Lena Amorin,
Marcelo Serra,
Maria Aché,
Maria Lucia Dahl,
Mauro Sá Rego,
Paulo Sergio Duarte, Solange Padilha,
Tavinho Paes,
Vladimir Palmeira
Zeka Linhares.
Apoio:
Arquivo Nacional – Ministério da Justiça,
Central da Cor, CEDOC-Jornal do Brasil,
Condomínio Multimídia,
Consulado da França - Rio de Janeiro
Institut France-Brasil,
Fundação Cinemateca Brasileira,
ISKRA
PLUS ULTRA.
Central da Cor, CEDOC-Jornal do Brasil,
Condomínio Multimídia,
Consulado da França - Rio de Janeiro
Institut France-Brasil,
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